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🚌 No dia 25 de outubro, o transporte coletivo será gratuito em todo o país para o segundo turno. Veja o que muda no caminho até a votação 🧵

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🚌 No segundo turno das Eleições 2026, em 25 de outubro, ônibus e outros serviços coletivos urbanos, intermunicipais e metropolitanos terão tarifa zero para eleitores em todo o país. O objetivo é simples: ninguém deve deixar de votar por falta de passagem. 🧵

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A história começa antes da cabine eleitoral: no trajeto. Para muita gente, o local de votação fica longe, exige mais de um ônibus ou uma viagem entre cidades. A gratuidade busca retirar esse custo do caminho — e ampliar o acesso ao voto.

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Mas não basta abrir a catraca. O poder público terá de manter uma frequência compatível com dias úteis. Cortar linhas ou reduzir ônibus sem justificativa pode configurar crime eleitoral.

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Horários, itinerários e modalidades disponíveis deverão ser informados à Justiça Eleitoral. A regra tenta evitar um problema conhecido por quem depende do coletivo: serviço “gratuito” no papel, mas escasso demais para chegar à urna.

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Nas áreas mais afastadas, poderão ser criadas linhas especiais. Veículos disponíveis, incluindo ônibus escolares, podem reforçar a operação — com preferência, sempre que possível, por modelos adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

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Há um limite importante: candidatos, partidos e federações não podem oferecer transporte nem refeições a eleitores. Também segue proibido fretar veículos especificamente para levar pessoas à votação. A medida é pública, não pode virar instrumento de campanha.

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Carro particular para votar ou levar familiares continua permitido, assim como táxis e apps. Ainda assim, a notícia central está no coletivo: quando o transporte funciona para todos, o direito de votar deixa de depender do bolso ou do CEP.

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