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Resumo em 10 segundos

A Quaest desenha um Norte eleitoral desigual: há favoritos com ampla vantagem, mas também corridas que seguem totalmente em aberto. 🗳️🌳

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A Quaest atualizou o retrato eleitoral para os governos do Norte em 2026: há lideranças largas em alguns estados e margens apertadas em outros. Mas a pesquisa também expõe um problema: a região não cabe em uma única narrativa. 🗳️🌳🧵

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No Acre, Mailza Assis (PP) soma 36%, contra 28% de Alan Rick (Republicanos). É uma virada relevante: ela tinha 24%, enquanto ele marcava 33% no levantamento anterior. Mesmo assim, 13% seguem indecisos — um eleitorado capaz de redesenhar a corrida.

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No Amapá, Dr. Furlan (PSD) lidera com 53%, mas Clécio Luís (União Brasil) avançou de 35% para 40%. A diferença ainda é de 13 pontos, acima da margem de erro de 3 pontos, porém a tendência merece atenção: disputa não se resume à fotografia do momento.

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O Amazonas tem o cenário mais fragmentado entre os dados divulgados: Omar Aziz (PSD) aparece com 29%, Maria do Carmo (PL) tem 19% e Roberto Cidade (União Brasil), 18%. Com 13% de indecisos, alianças, rejeição e campanha de rua podem pesar tanto quanto a liderança atual.

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Em Rondônia, Marcos Rogério (PL) lidera com 37%, seguido por Adailton Furia (PSD), com 21%. Em Roraima, Arthur Henrique (PL) marca 57%, contra 32% de Soldado Sampaio (Republicanos). São vantagens expressivas, mas eleição estadual também é decidida pela capilaridade nos municípios.

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No Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil) tem 42% e Vicentinho Júnior (PSDB), 29%. O padrão regional é claro: nomes conhecidos e máquinas políticas largam fortes. A pergunta é se o debate chegará a temas concretos, como saúde, educação, transporte e proteção ambiental.

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Um detalhe importante: a reportagem anuncia dados dos sete estados do Norte, mas o conteúdo fornecido não traz os números do Pará. Sem eles, qualquer leitura regional fica incompleta. Pesquisas são termômetros — e o Norte precisa ser analisado em sua diversidade, não como bloco eleitoral uniforme.

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