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#plataforma violência contra mulheres#Governo do Estado do Rio#UFRJ#feminicídio#direitos das mulheres#políticas públicas#proteção de dados#segurança pública#dados abertos#inclusão social
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Plataforma do Governo do Rio integra dados sobre violência contra mulheres e meninas — lançada no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ 🗂️🧵 Uma iniciativa pra mapear agressões, proteger vítimas e tentar frear o feminicídio. Vem comigo que eu explico o que muda na prática.

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O que a ferramenta faz: junta registros de delegacias, saúde, assistência social, Ministério Público e ONGs pra criar um panorama único. Isso ajuda a identificar padrões, áreas de risco e quem precisa de atendimento imediato — mais coordenação entre setores.

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Vantagem óbvia: rapidez na identificação de casos de risco e mais precisão ao planejar políticas públicas e distribuição de serviços. Mas há ponto importante: os dados precisam ser anonimizados e protegidos pra não expor vítimas nem revitimizá-las.

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Desafios práticos: integrar bases distintas, garantir qualidade/atualização dos dados, treinar equipes e financiar manutenção. E um recado sutil: centralizar info não resolve se não houver transparência, fiscalização e participação da sociedade civil.

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Outra questão: a plataforma só vale se for inclusiva. Tem que mapear desigualdades (raça, renda, região, orientação ou deficiência) e direcionar apoio a periféricas, trans e mulheres negras — prioridades que costumam ficar de fora.

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Reflexão final: tecnologia pode salvar vidas, mas é ferramenta — não solução mágica. Se houver dados abertos controlados, financiamento contínuo, capacitação e controle social, essa plataforma pode reduzir riscos reais. Ficar de olho e cobrar é essencial.

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