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Resumo em 10 segundos

Gestantes que não desejam exercer a maternidade podem ter acolhimento e orientação sem julgamento. 🤝🏥

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Informação que pode mudar um momento delicado: Nova Ubiratã começou a divulgar o Entrega Legal na rede municipal de saúde. 🏥🧵 O programa orienta sobre a entrega voluntária para adoção, um caminho previsto em lei.

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A primeira ação aconteceu no Hospital Municipal: cartazes, folders e um banner foram instalados na recepção. A ideia é simples e muito necessária: fazer a informação chegar a quem precisa, na hora em que precisa.

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A Justiça local percebeu que muita gente da rede — hospital e postos de saúde — ainda não conhecia o procedimento. Por isso, profissionais de recepção, enfermagem e medicina devem receber orientação sobre como acolher e encaminhar esses casos.

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Isso importa especialmente porque algumas adolescentes descobrem a gravidez durante um atendimento médico. Se não pretendem exercer a maternidade, precisam receber informação clara, respeitosa e sem pressão — não julgamento.

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Entrega voluntária NÃO é abandono. Ela é prevista no artigo 19-A do Estatuto da Criança e do Adolescente: a gestante ou parturiente pode procurar o Poder Judiciário durante a gravidez ou após o nascimento para manifestar esse desejo.

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Saúde e Justiça trabalhando juntas podem ampliar o acolhimento num momento muito sensível. Ter uma equipe preparada, escuta qualificada e acesso à informação é o mínimo para que cada decisão seja consciente, protegida e respeitada.

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