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Resumo em 10 segundos

🏥 A 484ª UBS de São Paulo promete até 5,8 mil atendimentos mensais. Mas uma unidade nova basta para encurtar a distância entre a população e o cuidado? 🧵

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São Paulo entregou sua 484ª UBS: a Jardim Joana D’Arc, no Jaçanã. 🏥 Com R$ 13,9 milhões investidos, a unidade promete mais de 5,8 mil atendimentos por mês. A pergunta é: ela vai mudar, na prática, o acesso de quem espera por cuidado perto de casa? 🧵

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A nova UBS tem 1.196 m², nove consultórios, odontologia, farmácia, vacinação, curativos, medicação, emergência e observação. Estrutura ampla é essencial — mas de que adianta um prédio completo se faltarem profissionais, insumos ou vagas na agenda?

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Serão oito equipes de Saúde da Família, quatro de Saúde Bucal e uma equipe multiprofissional, de segunda a sexta, das 7h às 19h. Esse modelo pode prevenir doenças antes que virem emergência. Mas os horários atendem igualmente quem trabalha longe e não consegue sair?

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A cabeleireira Gilsângela Farias, 28, foi a primeira paciente e gestante atendida no pré-natal. O relato dela lembra algo básico: atenção primária não é “postinho menor”. Por que o cuidado próximo, contínuo e humano ainda parece exceção para tantos bairros?

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O Jaçanã já reúne 23 equipamentos de saúde, incluindo 12 UBSs, AMA/UBS, UPA, hospitais e serviços psicossociais. A rede existe — mas está integrada de verdade? Conseguir consulta, exame, especialista e retorno sem peregrinação é o teste real.

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A Prefeitura também anuncia mais de R$ 51,5 milhões para o Paulistão da Saúde na região. Investir importa, claro. Mas transparência sobre filas, cobertura das equipes e resultados importa tanto quanto inaugurar prédios. Saúde pública se mede na porta de entrada — e no desfecho de cada paciente.

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