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Guerras, clima, IA e diplomacia em uma semana decisiva na Assembleia Geral da ONU. 🌍🕊️

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Nova York recebe cerca de 130 líderes mundiais nesta semana para a 81ª Assembleia Geral da ONU. 🌍 Entre guerras, tensão no Oriente Médio, crise climática e IA sem freios, a promessa é reconstruir a cooperação global. 🧵

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A cena de abertura já diz muito: António Guterres fala primeiro, seguido por Lula e Donald Trump. No mesmo plenário, países com interesses opostos tentam responder a uma pergunta enorme: como cooperar quando a confiança entre governos está em baixa?

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O tema escolhido resume o desafio: “Restaurar a confiança, gerir a transformação: uma ONU que entrega para todos”. Não é apenas um slogan. A agenda inclui paz, dignidade, igualdade, metas de desenvolvimento sustentável e um planeta saudável.

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Mas a diplomacia chega a Nova York sob pressão. A guerra da Rússia contra a Ucrânia entra no quinto ano, enquanto o conflito envolvendo EUA e Irã se aproxima de sete meses, segundo a reportagem. Cada discurso também será uma disputa por narrativa e influência.

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Nos corredores, o foco vai além do palco: resposta climática, prevenção de pandemias, armas nucleares e regras para a inteligência artificial devem pautar reuniões de alto nível. Problemas globais não respeitam fronteiras — e suas soluções também não podem respeitar.

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Guterres deve defender a redução das tensões no Oriente Médio e a navegação livre pelos estreitos de Hormuz e Bab el-Mandeb, rotas essenciais para comércio e energia. Quando esses caminhos ficam ameaçados, o impacto chega à economia e à vida cotidiana muito além da região.

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Xi Jinping não estará na ONU, mas deve se reunir com Trump em Washington. Zelenskyy, Pezeshkian, Netanyahu e Macron estão entre os nomes esperados em Nova York. A semana terá discursos públicos, mas boa parte das decisões pode nascer em conversas reservadas.

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A Assembleia termina na quinta-feira, sem poder encerrar sozinha guerras ou a crise climática. Ainda assim, reúne vozes que raramente dividem a mesma sala. Em tempos de blocos rivais, manter aberto esse espaço de diálogo já é uma forma concreta de evitar que o mundo se feche ainda mais.

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