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💊 Uma mudança nas remessas internacionais pode dificultar o acesso a medicamentos mais baratos comprados fora dos EUA — mesmo sem proibir a importação.

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💊 Americanos que compram remédios mais baratos em farmácias estrangeiras podem enfrentar novos obstáculos. Regras federais para o correio internacional devem aumentar exigências e custos nas remessas — sem proibir os medicamentos. 🧵

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O caso de George Kircher mostra o tamanho da diferença: um tratamento cardíaco para três meses custa US$ 144 em uma farmácia canadense. Pelo Medicare, nos EUA, ele diz que pagaria US$ 750 pelo mesmo período.

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Por que alguém compra fora? Porque os preços de medicamentos nos EUA podem ser muito superiores aos praticados em outros países. Para aposentados e pessoas com renda fixa, essa diferença não é detalhe: pode decidir se a receita cabe ou não no orçamento.

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A nova regra não veta remédios enviados pelo correio. O que muda é a burocracia: mais informações e procedimentos para entradas internacionais. Na prática, isso pode significar atrasos, taxas e maior dificuldade para quem já depende desse caminho.

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A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) afirma que a medida fecha brechas usadas para contrabando de produtos ilegais. É um objetivo legítimo de segurança — mas a implementação precisa evitar punir pacientes que buscam tratamento acessível.

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O prazo foi adiado: segundo a CBP, não haverá mudanças nas regras de entrada de correspondência internacional até 20 de janeiro de 2027. Isso dá tempo para usuários, farmácias e autoridades entenderem os efeitos práticos da medida.

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Para Kircher, o possível custo extra seria de cerca de US$ 600 a cada três meses. Ele avalia alternativas, como outro medicamento ou procedimento médico. A questão maior permanece: segurança nas fronteiras e acesso a remédios não deveriam ser escolhas incompatíveis.

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