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Resumo em 10 segundos

Vieira de Mello Filho assume a presidência do TST com promessa de voz e ação — mas quais serão as prioridades reais para os trabalhadores? 🧭

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Vieira de Mello Filho assume presidência do TST hoje (25/9) 🏛️🧵 — cerimônia no Plenário Ministro Arnaldo Süssekind marcou início do biênio 2025-2027 do tribunal e do CSJT.

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No discurso de posse ele prometeu pautar seu mandato por "liberdade, dignidade e o trabalho decente" — "Vim para oferecer voz e ação, me mantendo vinculado ao dever de justiça, à Constituição e ao Direito". Frases fortes; resta ver a tradução em políticas concretas.

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Experiência conta: Vieira é ministro há 19 anos, já foi vice-presidente (2020-2022) e corregedor-geral (2024-2025). Ele sucede Aloysio Corrêa da Veiga, que deixa a magistratura após 44 anos como juiz e presidiu o TST por 11 meses — estabilidade institucional x rotatividade.

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O que está em jogo? Decisões do TST moldam condições de trabalho para milhões — de direitos coletivos a casos sobre economia gig, terceirização e segurança no trabalho. Agenda pode priorizar combate à desigualdade e inclusão de trabalhadores informais.

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Questões que pedem atenção crítica: transparência nas decisões, diversidade no tribunal, e mecanismos que aumentem o acesso à justiça para populações vulneráveis. A corte pode reforçar proteção social ou, se desatenta, ampliar assimetrias de poder entre empregadores e trabalhadores.

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Indicadores para monitorar no biênio: decisões sobre negociação coletiva, jurisprudência sobre trabalho remoto/gig economy, eficiência na redução de backlog e políticas internas que estimulem diversidade e formação continuada de juízes.

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Reflexão final: experiência institucional é valiosa, mas não substitui agenda clara em defesa do trabalho decente. Se o TST quiser ser voz e ação, terá de traduzir retórica em medidas que ampliem acesso, protejam direitos e fiscalizem concentrações de poder. Vamos acompanhar de perto.

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