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Resumo em 10 segundos

Depois de anos esperando, pacientes já começam a ser atendidos na nova unidade municipal. 🏥✨

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Depois de anos na espera, pacientes de Porto Velho começaram a passar por consultas especializadas no novo Hospital Municipal Universitário. 🏥 A unidade já realizou centenas de atendimentos desde o primeiro dia — e isso pode fazer muita diferença nas filas do SUS. 🧵

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A dimensão do desafio é grande: segundo a Semusa, mais de 12 mil pessoas aguardam atendimento em ortopedia. Na oftalmologia, são cerca de 3,5 mil; na cardiologia, outras 3,2 mil. Abrir portas é essencial — mas reduzir essa fila de verdade exige continuidade.

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A Roseni Ferreira, do Caladinho, sabe bem o peso dessa espera. Ela precisava de uma cirurgia havia anos. Após pedir encaminhamento em agosto, foi chamada para uma consulta com ortopedista em menos de dois meses. Parece simples, mas muda uma vida inteira.

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O Antônio dos Santos, do Orgulho do Madeira, também estava com um cuidado adiado há quatro anos. Depois de uma cirurgia nos olhos, precisava de acompanhamento, mas o custo de consultas e procedimentos dificultava tudo. Na unidade pública, ele finalmente conseguiu atendimento.

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A proposta é usar a Oferta de Cuidados Integrados (OCI): consulta especializada e exames necessários no mesmo espaço. Na prática, menos peregrinação entre serviços e mais chance de o paciente conseguir seguir o tratamento sem se perder no caminho.

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Tem outro ponto importante: o hospital conta com apoio da UNIR. Isso aproxima estudantes da realidade do SUS e ajuda a formar profissionais com experiência prática — enquanto a população ganha mais uma porta de acesso a cuidados que não deveriam depender de renda ou sorte.

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Nenhuma unidade resolve sozinha anos de demanda acumulada. Mas cada consulta que encurta uma espera, cada exame acessível e cada cirurgia que sai do papel lembram o tamanho da diferença que uma rede pública bem estruturada faz na vida real.

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