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Porto Seguro recebe R$ 2,8 milhões em diagnóstico por imagem e prevê R$ 16 milhões para cinco UBS Indígenas. 🏥🩺

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Porto Seguro ganha um novo tomógrafo no Hospital Regional Luís Eduardo Magalhães (HRDLEM) — investimento de R$ 2,8 milhões. 🏥🧵 Mais exames e diagnósticos mais precisos podem significar tratamento começando antes, quando o tempo faz toda a diferença.

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Tomografia não é um luxo tecnológico: é ferramenta central para investigar AVC, traumas, tumores, infecções e diversas urgências. Ampliar a capacidade do HRDLEM pode reduzir esperas e evitar que pacientes precisem viajar para buscar exame em outra cidade.

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Mas equipamento sozinho não resolve tudo. O impacto real dependerá de manutenção contínua, insumos, profissionais treinados, laudos em prazo adequado e uma regulação que encaminhe pacientes sem barreiras burocráticas. Investir é também garantir funcionamento permanente.

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No mesmo ato, a Sesab assina a ordem de serviço para cinco UBS Indígenas, com investimento previsto de R$ 16 milhões. As unidades serão construídas nas aldeias Boca da Mata, Pé do Monte II, Barra Velha, Bugigão e Imbiriba.

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Levar atenção básica aos territórios indígenas é estratégico: vacinação, pré-natal, acompanhamento de doenças crônicas e prevenção ficam mais próximos das famílias. Acesso não é apenas ter um posto no mapa — é atendimento regular, respeitoso e culturalmente adequado.

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A notícia também inclui duas ambulâncias do Ministério da Saúde: uma para o HRDLEM e outra para Caravelas. Em uma região com longas distâncias, transporte sanitário integrado à rede pode ser tão decisivo quanto o exame de alta tecnologia.

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O dado que merece acompanhamento: R$ 18,8 milhões anunciados entre tomógrafo e UBS Indígenas. A boa notícia é a expansão da estrutura; a questão central, daqui em diante, é medir se ela vira menos espera, mais prevenção e cuidado de qualidade para quem depende do SUS.

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