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Resumo em 10 segundos

Com R$ 270 bilhões sob custódia, a Genial vê um vazio no debate econômico: quem está desenhando o Brasil dos próximos 15 anos? 📈🇧🇷

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A Genial Investimentos, com 3,5 milhões de clientes e R$ 270 bilhões sob custódia, lançou um alerta que vai além da Faria Lima: o Brasil está debatendo quem vence a eleição — e não que país quer construir. 📈🇧🇷🧵

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A preocupação foi expressa por Rodolfo Riechert, sócio-fundador e presidente da Genial. Na visão dele, a campanha ficou presa ao embate entre nomes e deixou em segundo plano uma pergunta bem mais difícil: onde o Brasil quer estar em 15 anos?

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Não é uma voz pequena no debate. A Genial reúne plataforma de investimentos, corretora, gestão de recursos e fortunas, educação financeira, produção jornalística e atuação no mercado de energia. Seus braços alcançam boa parte do ecossistema econômico.

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Durante a campanha, candidatos passaram pelo escritório da empresa para conversar com investidores. Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury participaram; outros nomes foram convidados, segundo a reportagem. O mercado quer ouvir propostas — mas também precisa fazer perguntas melhores.

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Riechert cita um caminho: definir metas nacionais, calcular os recursos necessários e escolher prioridades. Na prática, isso envolve produtividade, infraestrutura, transição energética, educação, inovação e previsibilidade regulatória — temas que sobrevivem a qualquer mandato.

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Planejamento de longo prazo não deveria significar apenas proteger retornos financeiros. Um projeto econômico consistente também precisa ampliar oportunidades, qualificar trabalhadores e levar infraestrutura e crédito a regiões que historicamente ficam fora das decisões centrais.

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A crítica central é simples, mas incômoda: sem metas públicas, indicadores e continuidade, cada eleição reinicia a conversa. O desafio não é só eleger quem administra os próximos quatro anos — é combinar, democraticamente, qual futuro vale financiar agora.

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