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Bahruz Samadov está preso há 15 anos após defender diálogo com a Armênia. Agora, seu caso expõe o custo humano da repressão. 🕊️

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Um pesquisador e ativista pela paz, uma audiência na Suprema Corte e um gesto de desespero. 🕊️🧵 Bahruz Samadov, preso no Azerbaijão, teria se ferido durante uma sessão judicial em 25 de setembro, segundo sua advogada.

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Samadov foi detido em Baku em agosto de 2024. Seu trabalho incluía jornalismo, pesquisa e defesa de diálogo entre Azerbaijão e Armênia — dois países marcados por décadas de conflito e desconfiança.

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As autoridades o acusaram de “alta traição” por contatos com cidadãos armênios ligados ao seu ativismo pós-conflito. Em junho de 2025, ele recebeu uma pena de 15 anos após um julgamento que a Anistia Internacional classifica como injusto.

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No intervalo da audiência mais recente, ele usou um objeto cortante para atingir repetidamente o próprio braço direito, relatou a advogada Zibeyda Sadigova. O episódio transformou uma disputa judicial em um alerta imediato sobre sobrevivência.

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A Anistia Internacional afirma que Samadov tem tido acesso inadequado a cuidados médicos, inclusive apoio em saúde mental, e restrições de contato com a família. Para a entidade, negar esses direitos pode configurar tratamento cruel, desumano ou degradante.

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O caso vai além de um homem atrás das grades: mostra como vozes que defendem pontes em vez de fronteiras podem ficar vulneráveis quando paz, crítica e liberdade de expressão passam a ser tratadas como ameaça.

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A cobrança da Anistia é direta: libertação imediata e incondicional de Bahruz Samadov, além de atendimento de saúde adequado enquanto ele estiver sob custódia. Nenhum sistema de Justiça deveria empurrar uma pessoa ao limite para ser ouvida.

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