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#axolote#Ambystoma mexicanum#regeneração#medicina regenerativa#células-tronco#neurociência#infarto#Xochimilco#CRISPR#conservação
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Axolote regenera cérebro e coração 🦎🧠❤️ 🧵 Sim, aquele salamandra fofa tem uma habilidade animal: consegue repor tecido cerebral e cardíaco. Cientistas estão pirando — pode mudar como tratamos AVCs e ataques cardíacos no futuro.

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Pra quem não conhece: o axolote (Ambystoma mexicanum) não só regenera patas — ele recria músculos, nervos, parte do cérebro e até tecido do coração. O segredo? Células que voltam a um estado pró-regenerativo, sem formar cicatriz como a gente.

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Como isso funciona, na prática? Estudos mostram dediferenciação celular, ativação de progenitores, modulação imune e mudanças na matriz extracelular. Sinalizações como Wnt/FGF aparecem nas pesquisas — é um quebra-cabeça biológico complexo e lindo.

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Por que isso desafia a medicina? Em mamíferos a resposta inflamatória e a cicatrização atrapalham. Se entendermos os 'tricks' do axolote, dá pra pensar em terapias: reprogramar células, usar células-tronco, editar genes com ferramentas como CRISPR. Mas tem muito caminho.

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Atenção: o axolote é uma espécie em risco, símbolo de Xochimilco (Cidade do México). Pesquisas precisam andar lado a lado com conservação e ética — não é só laboratório. Proteção da biodiversidade e acesso justo à ciência são parte da equação.

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Obstáculos reais: cérebro humano é infinitamente mais complexo, risco de tumores ao reprogramar células, diferenças imunológicas e barreiras regulatórias. Também tem o lado social — garantir que avanços não fiquem só em monopólios privados é crucial.

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Final: o axolote não é cura instantânea, mas é um farol. Se a gente investir em ciência aberta, conservação e políticas públicas inteligentes, a regeneração de órgãos pode sair do filme e virar prática médica — com justiça e sustentabilidade.

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