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#rioprevidência #banco master #deivis marcon antunes #operação barco de papel #governo do rio de janeiro #previdência estadual #rombo fiscal #liquidação extrajudicial #transparência pública #regulação financeira
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Rioprevidência aplicou cerca de R$ 970 milhões no Banco Master, hoje em liquidação extrajudicial — e o governo do RJ pode ter que arcar com o rombo 🧾🧵

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Para entender: Rioprevidência é o fundo que paga aposentadorias de servidores estaduais. Investimentos visam rendimento, mas também trazem risco — e milhões aplicados em um banco em liquidação deixam quem depende da previdência na retaguarda.

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Na terça (3) a polícia prendeu temporariamente o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, durante a 2ª fase da Operação Barco de Papel — que investiga operações ligadas ao caso Banco Master. É o enredo virando investigação criminal.

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Se o fundo não recuperar o dinheiro, o caixa do estado pode ser acionado para cobrir o déficit. Tradução: menos recursos para serviços públicos, pressões sobre orçamento e impacto direto em aposentados e servidores.

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Além da investigação criminal, há uma discussão política maior: como fundos públicos foram parar em instituições que hoje entram em liquidação? É hora de revisar regras, fortalecer fiscalização e evitar concentração de risco que atinge cidadãos.

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Caminhos à frente: auditorias, ações de recuperação de ativos e debates na Assembleia e no TCE. Mas processos levam tempo — e enquanto isso cresce a demanda por transparência, proteção aos aposentados e responsabilização administrativa e criminal.

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Reflexão final: quando dinheiro público e aposentadorias se cruzam com operações financeiras arriscadas, a conta quase sempre recai sobre os mais vulneráveis. A solução passa por transparência, regulação mais firme e políticas que priorizem o bem comum.

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