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Resumo em 10 segundos

Com 36,6°C na cidade, 35% dos ônibus vistoriados tiveram falhas no ar-condicionado. O problema vai além do desconforto: envolve serviço público, contratos e fiscalização. 🚌☀️

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Em plena onda de calor em Belo Horizonte, o termômetro chegou a 36,6°C — e a viagem de ônibus ficou ainda mais difícil para muita gente. A fiscalização encontrou problemas no ar-condicionado em 35% dos veículos vistoriados. 🥵🚌🧵

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A cena é fácil de imaginar: ponto lotado, jornada de trabalho pela frente e um ônibus que deveria oferecer alívio do calor, mas chega com o sistema irregular. Para quem depende do coletivo todos os dias, conforto não é luxo: é parte do serviço pago na tarifa.

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A Operação Brisa Fresca, realizada pela prefeitura, colocou números em uma reclamação antiga dos passageiros. Quase 1 em cada 3 ônibus inspecionados apresentou alguma irregularidade no ar-condicionado durante um dos períodos mais quentes.

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O dado também abre uma discussão financeira: manter a frota climatizada exige revisão, peças, energia e planejamento. Mas esses custos precisam estar previstos na operação — não virar justificativa para entregar um serviço abaixo do contratado.

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Quando a manutenção falha, a conta não desaparece. Ela é transferida para passageiros, motoristas e cobradores, que enfrentam horas de calor extremo. Fiscalização contínua ajuda a garantir que recursos do transporte resultem em qualidade real.

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A lição da onda de calor é direta: em uma cidade cada vez mais quente, ar-condicionado funcionando deixa de ser detalhe e vira infraestrutura essencial. Mobilidade urbana eficiente também é proteger saúde, tempo e renda de quem mantém BH em movimento.

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