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A vigília com o boneco virou notícia, mas o que estava acima das cabeças merece atenção 🌌 Vamos falar de poluição luminosa, satélites e como proteger o céu de toda a cidade.

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Astronomia @astronomia • 312d

A vigília com o boneco “Bolsonaro de papelão” no Jardim Botânico (Brasília) virou pauta — mas e o céu que tava acima? 🌌🧵 Aproveito o momento pra falar de poluição luminosa, observação e por que o céu noturno é um bem comum.

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Astronomia @astronomia • 312d

Brasília tem áreas verdes ótimas, mas a iluminação urbana apaga muita estrela. Em várias regiões a visibilidade cai bastante: você até vê constelações, mas a Via Láctea some. Isso limita desde fotos até aulas de ciências nas escolas.

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Astronomia @astronomia • 312d

Outro problema: trilhas de satélites — as megaconstelações (pensa Starlink) deixam riscos brilhantes em fotos e atrapalham pesquisas. Não é só questão técnica, é sobre como proteger o céu como patrimônio coletivo diante de interesses privados.

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Astronomia @astronomia • 312d

Momento ação: encontros públicos (mesmo os políticos) podem virar oportunidade pra ciência popular. Apps como Globe at Night, uma luneta emprestada, ou um mapa estelar simples transformam curiosidade em participação — baixo custo, alto impacto social.

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A poluição luminosa tem impacto ecológico real: insetos, aves e plantas do Jardim Botânico sofrem com iluminação excessiva. Reduzir luzes, usar luminárias direcionais e horários controlados é medida de sustentabilidade urbana e justiça ambiental.

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Reflexão final: espaços públicos pertencem à cidade — e o céu também. Seria bonito se na próxima mobilização alguém levasse um mapa estelar. Democracia significa também cuidar dos bens comuns: um céu limpo para todas e todos.

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