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Chuvas, secas e ondas de calor podem afetar o voto. 🌧️🗳️ O TSE amplia a articulação para proteger eleitores e a logística eleitoral em 2026.

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Uma eleição pode começar muito antes da urna ser ligada. Em 2026, ela também passa pela previsão do tempo. 🌧️🗳️ O TSE ampliou a articulação para enfrentar riscos climáticos e proteger o direito ao voto. 🧵

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A peça central é a Sala Nacional de Situação Climática: uma estrutura para reunir dados de todo o país, acompanhar ameaças e conectar a Justiça Eleitoral a redes de resposta diante de eventos extremos.

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O motivo é concreto: enchentes podem isolar cidades, secas dificultam deslocamentos, calor extremo afeta mesários e eleitores. Quando a infraestrutura falha, quem mora em áreas mais vulneráveis costuma sentir primeiro.

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A ideia não é esperar a emergência chegar. Com informações integradas, o planejamento pode antecipar rotas, reforçar comunicação, avaliar locais de votação e acionar apoio onde houver risco de interrupção.

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Isso transforma a logística eleitoral em política de proteção democrática. Garantir uma urna acessível, uma rota segura e informação clara também significa reduzir barreiras que afastam pessoas do processo político.

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A rede envolve o acompanhamento nacional e a articulação com órgãos e instituições capazes de responder no território. Num país continental, a coordenação é decisiva: o impacto de uma chuva não respeita fronteiras administrativas.

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Há uma mudança de lógica aqui: crise climática deixou de ser assunto apenas ambiental. Ela já afeta serviços públicos, mobilidade, segurança e a capacidade de cada pessoa exercer um direito básico: votar.

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Em 2026, a resiliência das eleições poderá ser medida também fora da cabine. Preparar-se para o clima é reconhecer que uma democracia forte não pode depender de estradas intactas e de um céu previsível.

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