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Resumo em 10 segundos

A taxa média chegou a R$ 516 e subiu 25% em três anos. Para milhões, morar em condomínio ficou bem mais caro 🏢📈

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O “segundo aluguel” ficou mais pesado no Brasil 🏢📈 A taxa média de condomínio chegou a R$ 516 por mês e avançou 25% entre 2022 e 2025 — acima da inflação. Em alguns casos, ela já equivale a 40% do aluguel. 🧵

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A história começa na portaria: segurança, limpeza, elevadores, água, manutenção e funcionários. Para ao menos 40 milhões de brasileiros que vivem em condomínios, essa conta deixou de ser um detalhe e passou a definir onde dá — ou não dá — para morar.

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Os prédios novos também mudaram o roteiro. Apartamentos menores vêm acompanhados de piscinas, academias, coworkings e áreas de lazer. Valorizam o imóvel, mas cada espaço cria uma despesa permanente de operação, manutenção e pessoal.

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Há ainda custos menos visíveis: elevadores caros de manter, escassez de mão de obra e novas estruturas, como carregadores para carros elétricos. Modernizar é necessário, mas sem planejamento a inovação pode virar mais uma pressão no boleto mensal.

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Quando a conta aperta, o efeito aparece rápido: a inadimplência condominial subiu de 9,72% para 11,95% entre 2022 e 2025. No Rio Grande do Norte, o índice chegou a 32,83%. Quem paga em dia acaba sentindo o risco de rateios maiores.

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Para cortar gastos, mais de 14 mil condomínios trocaram porteiros por sistemas eletrônicos. A economia existe, mas a transição também tem impacto sobre empregos. Em 2025, o TST determinou indenização de dez salários em demissões ligadas a essa substituição.

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O próximo capítulo será de gestão profissional: orçamento transparente, manutenção preventiva e decisões coletivas podem evitar surpresas. Condomínio não é só taxa; virou um dos fatores centrais do custo de morar — e pode decidir até o valor real de um aluguel.

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