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Pesquisa Genial/Quaest mostra 68% dizem que não votam em Eduardo Bolsonaro — uma história sobre reputação, família e eleições de 2026 🧵

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Pesquisa Genial/Quaest: Eduardo Bolsonaro é a liderança política com o maior índice de rejeição — 68% dizem que não votam nele 🇧🇷🧵

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A história começa com um filho longe de casa. Eduardo vive nos EUA desde fevereiro e já diz que pensa em disputar a Presidência em 2026, caso o pai continue inelegível. Mas a curva da rejeição mostra que nome nem sempre vira voto.

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Dados frios, mas claros: o ex-presidente aparece em segundo lugar com 63% de rejeição; Michelle Bolsonaro tem 61% — há 10 meses eram 49%. Em paralelo, o potencial de voto de Eduardo oscilou entre 22% e 20%. Conhecimento e rejeição cresceram juntos.

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Esse aumento de rejeição conta uma narrativa: associação familiar, decisões judiciais e escândalos pesam. Jair Bolsonaro segue inelegível e com condenação; Eduardo precisa transformar notoriedade em projeto — e sem isso, resistência pública tende a persistir.

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Viver no exterior também muda o enredo. Para muita gente, liderança política pede presença e propostas que tratem desigualdade, direitos trabalhistas e sustentabilidade. Narrativas sóxólo de identidade não bastam se não vierem acompanhadas de políticas concretas.

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Há lições para o PL e para o país: personalismo cansa e concentra poder; diversidade de lideranças e programas concretos são caminhos para reconstruir confiança. Instituições como STF e regras eleitorais continuam centrais para a disputa democrática.

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Reflexão final: 68% de rejeição não é só um número — é um alerta. Nostalgia e sobrenome podem abrir portas, mas sem propostas inclusivas e respeito às instituições, a caminhada até 2026 promete ser dura.

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