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Veículos e outros ativos ligados ao crime perdem valor parados. 🏷️ O TJRR e a SENAD querem transformar rapidez judicial em economia para o Estado.

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Um veículo apreendido hoje pode valer bem menos amanhã, parado sob sol e chuva em um pátio. 🚗📉 Em Roraima, TJRR e SENAD alinharam ações para acelerar a venda antecipada desses bens — e evitar desperdício de dinheiro público. 🧵

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A ideia é simples, mas tem impacto financeiro: em vez de deixar carros, aeronaves e outros ativos se deteriorarem durante anos, a Justiça realiza leilões antes do fim do processo, nos casos permitidos por lei.

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Na prática, cada bem parado gera uma conta silenciosa: vigilância, espaço, manutenção e perda de valor. Quando o ativo finalmente é vendido, muitas vezes já rende bem menos do que poderia.

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O TJRR já adota esse fluxo desde 2025, unindo a Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas à Diretoria de Gestão de Bens Apreendidos. Os leilões continuaram em 2026, com regras previstas na Resolução nº 13/2025.

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Agora, a adesão à Operação Limpa Pátio reforça a cooperação com a SENAD, do Ministério da Justiça, e o CNJ. O objetivo é reduzir o tempo de espera, liberar pátios e dar destino econômico mais racional aos ativos.

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Há também um ponto importante de gestão: dinheiro e patrimônio públicos não deveriam ficar imobilizados por burocracia evitável. Celeridade, com controle judicial e transparência, ajuda a proteger valor e reduzir custos para toda a sociedade.

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No fim, a medida transforma um problema caro — pátios lotados e bens se desvalorizando — em uma política de ativos mais eficiente. Quanto menos um carro apreendido enferruja, menos recursos públicos evaporam com ele.

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