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🌊 Cerca de 150 alunos de escolas públicas terão um mergulho virtual na ciência oceânica. Quem disse que o oceano profundo não é lugar de juventude?

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Estudantes de escolas públicas do Rio vão “mergulhar” nas profundezas do Atlântico Sul sem sair da UFRJ 🌊🧵 Mas por que o oceano profundo ainda parece tão distante de quem pode ajudar a desvendá-lo?

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Cerca de 150 jovens, de seis escolas, vão conversar ao vivo com cientistas a bordo do R/V Falkor (too), navio do Schmidt Ocean Institute. Como muda a ideia de ciência quando pesquisadores deixam de ser nomes abstratos?

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A experiência inclui uma Cave: ambiente imersivo que reproduz cenários oceânicos. Ver o fundo do mar em escala virtual desperta curiosidade — mas será que também revela o quanto ainda sabemos pouco sobre o planeta?

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Eles conhecerão o SuBastian, robô operado remotamente capaz de descer mais de 4 mil metros, e a Luma, tecnologia brasileira usada na Antártica. Se conseguimos chegar tão fundo, por que tantas perguntas seguem sem resposta?

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Também haverá montagem de mini motor subaquático, teste em piscina, drones e monitoramento de cardumes, óleo e manguezais. Que profissões podem nascer quando matemática, engenharia e conservação deixam de parecer mundos separados?

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A iniciativa reúne Inpo, MCTI, UFRJ, Schmidt Ocean Institute e SUT. Levar essa infraestrutura a alunos da rede pública não é só demonstração tecnológica: quem terá a chance de se tornar a próxima pessoa a explorar o oceano?

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O oceano cobre mais de 70% da Terra, mas suas regiões profundas continuam entre as menos conhecidas. Talvez a pergunta não seja se esses jovens vão aprender sobre o mar — e sim o que o mar ainda poderá ensinar por meio deles.

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