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Resumo em 10 segundos

A NASA entrou no clima de Halloween com objetos reais do céu que parecem saídos de um filme. 🎃✨ Entenda Algol e as “bruxas” cósmicas.

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A NASA trouxe o Halloween para o céu: Algol, a famosa “Estrela Demônio”, e nebulosas com formatos de bruxa mostram que o Universo pode ser assustador — e fascinante. 🎃✨🧵

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Comecemos por Algol, na constelação de Perseu. Seu apelido vem de mitos antigos: para os gregos, ela representava o olho de Medusa. Mas sua aparência de “olho piscante” tem uma explicação científica ainda mais interessante.

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Algol não é uma estrela solitária: é um sistema triplo. Duas estrelas orbitam uma à outra e, vistas da Terra, uma passa periodicamente diante da outra. É um sistema binário eclipsante.

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Quando ocorre esse eclipse, o brilho de Algol cai de magnitude +2,1 para +3,4 a cada cerca de três dias. Na astronomia, números maiores significam objetos mais fracos: por isso ela parece “piscar”.

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Outro destaque é a Nebulosa Cabeça de Bruxa, ou IC 2118. Ela fica entre as regiões celestes de Eridanus e Órion, a cerca de 900 anos-luz daqui — tão distante que a luz registrada hoje saiu de lá por volta do ano 1126.

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Ela é uma nebulosa de reflexão: não produz luz própria. Sua poeira cósmica reflete a luz da estrela Rigel, uma das mais brilhantes de Órion. O formato de “bruxa” é efeito de perspectiva e imaginação humana.

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Há ainda a Vassoura da Bruxa, NGC 6960, parte da Nebulosa do Véu, em Cygnus. Seus filamentos são restos expandidos de uma supernova: a marca deixada pela morte explosiva de uma estrela.

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Esses apelidos tornam o céu mais próximo, mas a ciência revela algo maior: estrelas nascem, orbitam e morrem; suas cinzas ajudam a formar novas estruturas. Olhar para cima é também aprender a ler a história do Universo.

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