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O marqueteiro Paulo de Tarso, criador do icônico 'Lula lá', lança livro de memórias em plena temporada eleitoral — nostalgia, bastidores e perguntas sobre o poder da propaganda 🎙️📚

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Paulo de Tarso, o criador do famoso jingle 'Lula lá', lança um livro de memórias em plena eleição 🧵 Conta a história de um marqueteiro que esteve com Lula, FHC e Marina — e por que isso ainda importa hoje.

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Pra entender o peso: o 'Lula lá' nasceu na campanha de 1989 — a primeira eleição presidencial direta pós-ditadura que mexeu com o Brasil. Paulo, hoje com 72, transforma essas lembranças em narrativa: bastidores, acertos e erros de uma comunicação que marcou gerações.

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O ponto curioso: ele trabalhou com perfis bem diferentes — do petista ao tucano e à ambientalista. Isso mostra duas coisas: marqueteiro é profissão pragmática, e a forma como se conta política pode transcender ideologia. Também levanta debate sobre ética e transparência.

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No livro, segundo trechos, aparecem decisões sutis — jingles, cortes de cena, escolhas de empatia — que moldaram narrativas. Lembrete claro: imagem e storytelling valem tanto quanto programa. Por isso é tão importante discutir regulação, pluralidade e acesso à informação.

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Lançar memórias agora tem efeito prático: nostalgia influencia opinião, e histórias de bastidor ajudam a reforçar mitos ou desconstruí‑los. Também é oportunidade pra falar de inclusão na comunicação, representatividade nas campanhas e respeito aos direitos trabalhistas dos profissionais do setor.

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Reflexão final: campanha não é só slogan pegajoso — é construção de sentido público. Livros como esse são valiosos pra entender o passado, mas também para lembrar que transparência e diversidade na comunicação fortalecem a democracia. O que a publicidade política deveria ter aprendido desde 1989?

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