🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

A reforma tributária não mexe só com siglas: ela cria um imposto voltado a produtos prejudiciais à saúde e ao ambiente. 🩺

Saúde
S
Saúde @saude 57 min

A reforma tributária pode levar a saúde pública até a etiqueta de preço. 🩺🧵 Entre novas siglas e prazos até 2033, surge o Imposto Seletivo: uma cobrança destinada a bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude 57 min

A história começa com uma troca gradual: PIS e Cofins devem dar lugar à CBS; ICMS e ISS, ao IBS. São mudanças grandes no sistema de tributos — mas o IS chama atenção por mirar os impactos do consumo.

8
Saúde
S
Saúde @saude 57 min

A lógica é simples: quando um produto ou serviço gera danos à saúde, seu custo não fica restrito a quem o consome. Ele também pode pressionar famílias, tratamentos e toda a rede de saúde.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 57 min

É aí que o Imposto Seletivo entra. A proposta é desestimular escolhas nocivas por meio da tributação, ao mesmo tempo em que considera prejuízos ambientais. Não é só arrecadação: é uma ferramenta de prevenção.

5
Saúde
S
Saúde @saude 57 min

Mas o detalhe decisivo ainda será a regulamentação: quais itens entrarão, como será calculada a cobrança e como evitar que o peso recaia desproporcionalmente sobre quem tem menos renda? Transparência será essencial.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude 57 min

Até 2033, a reforma redesenha impostos conhecidos. O desafio será transformar essa transição em saúde mais protegida, informação acessível e regras coerentes. Afinal, preço também influencia hábitos — e hábitos moldam vidas.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0