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💡 No setor bioenergético, olhar só o preço por quilo pode esconder um prejuízo maior. A lição debatida na Fenasucro & Agrocana 2026.

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O insumo mais barato da planilha pode ser o mais caro da operação. ⚙️🧵 Na Fenasucro & Agrocana 2026, Lucas Barbosa, sócio-diretor do Grupo DND, colocou uma provocação direta para as usinas: preço menor não é sinônimo de economia.

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A cena é comum: a área de compras encontra um produto com valor menor por quilo e fecha negócio. No papel, parece uma vitória. Mas, quando o insumo chega à operação, começam a aparecer custos que ninguém colocou na primeira conta.

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Pode haver menor rendimento, mais consumo, paradas, manutenção extra ou dificuldade de aplicação. O desconto inicial, então, vira apenas um detalhe diante do custo total que se acumula ao longo da produção.

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No bate-papo “O Setor Bioenergético Jogando Junto é Gol!”, Barbosa defendeu que o preço importa — mas não deveria estar entre os três principais critérios da decisão de compra. A métrica central, segundo ele, é o custo específico.

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Custo específico é perguntar: quanto esta escolha realmente custa para entregar o resultado que a usina precisa? É uma mudança de lente: sair do preço da etiqueta e medir desempenho, eficiência e impacto na rotina industrial.

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Para isso funcionar, suprimentos não pode decidir isoladamente. Compras, indústria, manutenção e fornecedores precisam compartilhar dados e objetivos. Uma comunicação falha pode transformar uma aparente economia em perda operacional.

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A fala também expõe um ponto estratégico: fornecedores não competem apenas por centavos. Quem ajuda a reduzir desperdícios, elevar produtividade e dar previsibilidade à operação passa a disputar valor — não só preço.

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No fim, a pergunta mais inteligente não é “qual é o mais barato?”. É “qual entrega o menor custo para produzir bem?”. Para um setor pressionado por eficiência, essa diferença pode decidir a competitividade de uma safra inteira.

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