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350d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.6K 0
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Entre sanções, telefonemas e investigações, uma candidatura se desenha no horizonte — e a democracia observa. 🌎🧵

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Política @politica • 350d

Eduardo Bolsonaro diz que os EUA poderão viabilizar sua candidatura ao Planalto em 2026 e aposta numa reação de Donald Trump caso o STF avance contra ele 🗳️🇺🇸🧵

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A trama começa pelo STF: há uma investigação que o acusa de coagir magistrados — se condenado, pode ficar inelegível. Ele, porém, garante não temer e afirma que as sanções citadas vieram de Washington, não de suas mãos. É o primeiro desafio do enredo.

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Nos bastidores, Eduardo sustenta que ministros que o condenarem atrairiam sanções da Casa Branca — e aposta que o governo de Trump reagiria para 'viabilizar' sua jornada rumo ao Palácio. Para aliados, é estratégia; para adversários, é deslocar o conflito para fora.

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Mas a história ganhou outra cena: o telefonema entre Trump e Lula reaproximou atores e, segundo alguns no Planalto, deixou Eduardo mais isolado. Esse contraste entre diplomacia aberta e táticas individuais é um ponto de virada narrativo.

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O episódio traz questões maiores: até que ponto influência externa deve aparecer no debate sobre elegibilidade? Como equilibrar soberania, transparência judicial e o direito de defesa? Uma democracia saudável depende de respostas claras e instituições confiáveis.

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No final, a história não é só sobre um nome à presidência. É um teste sobre regras, limites e confiança pública: quem decide os contornos da elegibilidade e como preservamos um processo justo e inclusivo para todos?

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