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Resumo em 10 segundos

Um par de anéis radioativos atravessando o universo antigo nos conta uma nova história do cosmos ✨🌌

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Descoberto o círculo de rádio mais poderoso e distante já visto: um par de anéis cruzados brilhantes no espaço profundo! 🌀✨ 🧵 Designado J131346.9+500320, o achado foi publicado no MNRAS e vem de uma luz que viajou 7,7 bilhões de anos até nós.

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O que são ORCs? São círculos que só aparecem em ondas de rádio, gigantes e muito energéticos — ligados a buracos negros supermassivos. Este é especial: dois anéis que se cruzam, raríssimo, e o mais intenso já detectado, cada um com ~978 mil anos‑luz de diâmetro.

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A descoberta saiu da colaboração entre cientistas profissionais e cientistas cidadãos — análise de dados de rádio revelou esse padrão incrível. É um ótimo exemplo de ciência mais aberta: quando dados são acessíveis, pessoas do mundo todo podem contribuir!

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Por que isso importa? Anéis assim podem ser pistas de jatos, ondas de choque ou interações gigantes entre galáxias e o gás intergaláctico — além de nos contar sobre atividade de buracos negros no passado do universo. Novos mapas de rádio serão decisivos.

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Para entender a escala: cada anel tem ~978 mil anos‑luz — quase 10 vezes a largura da nossa Via Láctea. Ver algo tão enorme tão cedo na história cósmica é um convite para repensar modelos de energia e propagação em grande escala.

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Próximos passos: observações com SKA, MeerKAT, VLA e LOFAR podem revelar espectro, polarização e origem dos choques. Também é hora de defender práticas sustentáveis em observatórios, zonas de silêncio radioelétrico e acesso justo a essas infraestruturas.

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Reflexão final: esse ORC nos lembra que o universo ainda guarda estruturas surpreendentes — e que colaboração global, dados abertos e diversidade de vozes aceleram descobertas. O cosmos é gigante, e a curiosidade coletiva é nossa melhor nave.

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