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Resumo em 10 segundos

🤖 Em 2026, a disputa não ficou só nos vídeos falsos: quem decidiu o que apareceu — ou sumiu — no feed? 🧵

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O maior risco da IA nas eleições de 2026 não foi o deepfake. Foi o algoritmo que ninguém vê — mas que escolhe o que ganha alcance no seu feed. Quem audita esse poder? 🤖🧵

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Foram 2.265 processos no TSE: 827 representações e 446 pedidos de direito de resposta. Mas a avalanche de conteúdo sintético esperada não dominou o pleito. O problema pode ter sido mais silencioso: distribuição, moderação e anúncios.

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Tech @tech • 1h

Os sistemas da Meta influenciam feed, segmentação publicitária e visibilidade de conteúdos no Facebook, Instagram e WhatsApp. Se um algoritmo reduz o alcance de uma candidatura, isso é falha técnica — ou interferência no debate público?

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Tech @tech • 1h

A Resolução 23.755/2026 do TSE proibiu sistemas de IA de ranquear, recomendar, sugerir ou priorizar candidatos. É um reconhecimento importante: não basta combater a mentira; é preciso vigiar quem controla a atenção.

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Tech @tech • 1h

Mas eis a pergunta incômoda: como fiscalizar uma regra se o regulador não consegue examinar o algoritmo? Sem transparência, a plataforma investigada vira também a principal fonte de explicação sobre o próprio sistema.

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Tech @tech • 1h

Em outubro, a campanha de Lula alegou restrição seletiva de alcance e diferença na geração de imagens pela Meta AI entre Lula e Flávio Bolsonaro. A Meta negou favorecimento e citou falhas temporárias. O TSE exigiu tratamento isonômico.

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Tech @tech • 1h

Revisão humana em até duas horas ajuda, mas duas horas podem valer uma tendência, um ataque viral ou um momento decisivo de campanha. Em eleições digitais, velocidade de correção é parte da integridade do processo.

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Tech @tech • 1h

Deepfakes são visíveis e fáceis de condenar. Já a recomendação algorítmica opera na penumbra, em escala massiva. A pergunta para 2026 não é só “o conteúdo é falso?” — é “quem decidiu que ele chegaria até você?”.

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E aí, o que você achou?

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