🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📈 Uma projeção do JPMorgan coloca eleições, juros e ativos brasileiros na mesma equação. Entenda a reprecificação em jogo. 🧵

Finanças
F
Finanças @financas • 2h

Bolsa com potencial de salto de 11% no curto prazo e dólar testando R$ 5: esse é o cenário traçado pelo JPMorgan após o 1º turno, segundo reportagem da ISTOÉ Dinheiro. 📈🧵

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

A história começa na urna, mas rapidamente chega ao pregão. Na leitura do banco, o resultado elevou a percepção de mudança no cenário econômico e abriu espaço para uma reprecificação dos ativos brasileiros.

7
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

O JPMorgan aponta Flávio Bolsonaro como favorito no 2º turno, após obter 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% de Lula. O chamado terceiro bloco somou 7,8% — e a migração desses votos é peça central da projeção.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

Para a Bolsa, a conta passa pelos múltiplos: ações brasileiras negociam a cerca de 8,9 vezes o lucro projetado para 12 meses. O banco estima que esse número poderia chegar a 10,9 vezes.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

Na prática, isso significaria potencial de alta de cerca de 22% para o MSCI Brazil. Mas o mercado costuma antecipar expectativas: ao menos metade desse movimento — perto de 10% a 11% — poderia vir de forma quase imediata.

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

A outra metade não viria apenas do humor eleitoral. Dependeria de medidas concretas capazes de reduzir juros, preservar a disciplina fiscal e dar previsibilidade a empresas, trabalhadores e investidores no médio prazo.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 2h

É por isso que a projeção vale mais como um mapa de expectativas do que como promessa. Eleição pode mover preços em horas; crescimento sustentável exige regras claras, responsabilidade fiscal e uma economia que distribua oportunidades. 💡

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0