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Neste 26 de setembro, a ONU volta a alertar: tratado sem fiscalização forte vira promessa no papel. ☢️🌍

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Neste 26 de setembro, a ONU marca o Dia Internacional pela Eliminação Total das Armas Nucleares. ☢️🧵 A ideia é simples — e gigante: acabar com armas capazes de destruir cidades em segundos. O problema? Promessa de desarmamento ainda esbarra na falta de cumprimento.

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A data existe desde 2013, criada pela Assembleia Geral da ONU. A resolução pede que os países respeitem compromissos já assumidos e avancem para uma convenção que cubra tudo: produzir, estocar, transferir, testar, usar ou ameaçar usar armas nucleares.

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Não faltam acordos no papel. O Tratado de Não Proliferação Nuclear prevê negociações de boa-fé para encerrar a corrida armamentista. E o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, em vigor desde 2021, já tem 75 países participantes.

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Só que as potências nucleares seguem fora do tratado de proibição. E, em 5 de fevereiro de 2026, expirou o New START, acordo que limitava arsenais estratégicos de EUA e Rússia. Sem sucessor, os dois países ficam sem um teto bilateral ativo para essas armas.

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Essa ausência de freios mexe com o resto do mundo. No Oriente Médio, as tensões e ataques aumentaram a pressão sobre o programa nuclear iraniano. Na Coreia do Norte, a saída do tratado em 2003 abriu caminho para testes nucleares poucos anos depois.

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O ponto mais incômodo é que segurança não pode significar alguns países acumularem poder destrutivo enquanto cobram contenção de outros. Desarmamento precisa de regras verificáveis, transparência e diplomacia de verdade — porque uma falha aqui não respeita fronteiras.

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