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Resumo em 10 segundos

Duas mostras transformam ciência, memória e reconstrução em uma visita que atravessa o incêndio de 2018. 🔬🔥

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O Museu Nacional está se despedindo de duas exposições que contam uma história de ciência, perda e reconstrução. 🔬🔥 Até 25 de outubro, o público pode entrar nos bastidores do conhecimento — e na sala onde o incêndio de 2018 começou. 🧵

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A primeira parada é “Bastidores da Ciência”. Em vez de mostrar apenas o resultado final — fósseis, animais, objetos raros —, ela revela quem trabalha para que essas peças continuem existindo.

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Restauração, conservação, taxidermia, paleoarte e ilustração científica ganham o centro da cena. São técnicas minuciosas e profissões pouco visíveis, mas essenciais para transformar vestígios do passado em conhecimento acessível a todos.

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Então vem a outra camada da visita: “Rescaldo das Memórias”, de Vik Muniz. A mostra ocupa justamente a sala onde o fogo começou em 2018 — um espaço que ainda carrega no corpo as marcas daquela noite.

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As vigas de aço retorcidas pelo calor permanecem ali. Ao redor delas, fotografias, esculturas feitas com cinzas e fragmentos de peças resgatadas criam um encontro direto entre destruição, lembrança e trabalho de recuperação.

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Não é só uma exposição sobre um incêndio. É também sobre o que significa preservar acervos científicos: cada objeto salvo pode guardar pistas sobre biodiversidade, povos, territórios e a própria história do Brasil.

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As duas mostras ficam no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, de terça a domingo, das 10h às 16h, com entrada grátis, até 25 de outubro. Quando a ciência mostra seus bastidores, fica claro: reconstruir memória é um trabalho coletivo.

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