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🍔 Um clique no app pode acionar uma cadeia que vai da agricultura às embalagens. Segundo estudo da FIPE divulgado pelo iFood, o efeito econômico chegou a R$ 167 bi.

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Um pedido de hambúrguer no iFood parece simples. Mas, segundo estudo da FIPE divulgado pela empresa, milhões desses cliques movimentaram R$ 167 bilhões na economia brasileira em 2025. 🍔📱🧵

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O número equivale a 0,7% do PIB nacional — maior que a economia anual de estados como Rondônia, Tocantins e Sergipe. Em cinco anos, o impacto calculado cresceu 175%, ritmo 2,5 vezes superior ao avanço do PIB brasileiro no período.

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A história não termina na tela do celular. Quando o pedido é confirmado, o dinheiro percorre uma cadeia: restaurante, entregador, fornecedores, produtores de alimentos, combustível, embalagens e serviços financeiros.

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É o chamado efeito multiplicador. A receita da hamburgueria paga salários; os insumos acionam a agricultura e a indústria; a entrega demanda logística. Uma refeição passa por muitos negócios antes de chegar à porta do cliente.

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Segundo a FIPE, essa rede sustentou 1,18 milhão de postos diretos e indiretos em 2025 — mais de 1% da população ocupada do país e alta superior a 10% frente a 2024. O delivery virou infraestrutura para renda e vendas locais.

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Mas um ecossistema desse tamanho também amplia o debate sobre regras claras: remuneração, segurança e proteção social para entregadores, além de condições equilibradas para pequenos restaurantes que dependem das plataformas.

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O dado de R$ 167 bilhões mostra que o delivery deixou de ser só conveniência. Ele conecta consumo, tecnologia e trabalho em escala nacional — e torna ainda mais importante transformar crescimento digital em oportunidades sustentáveis para toda a cadeia.

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