🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

13 milhões de donas de casa fora do mercado poderiam adicionar 2,2% ao PIB. O estudo da FGV expõe um gargalo econômico — e não apenas familiar. 📈

Business
B
Business @business • 2h

O Brasil poderia adicionar R$ 284 bilhões à economia em 2025 — 2,2% do PIB — se 13 milhões de donas de casa conseguissem entrar no mercado de trabalho. 📈🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business • 2h

O dado é de estudo da FGV, com base na Pnad Contínua/IBGE. Essas mulheres não estão “fora por escolha” em sentido simples: elas deixaram de trabalhar ou procurar emprego porque cuidam de filhos, casa e familiares.

8
Business
B
Business @business • 2h

Hoje, 47% das mulheres estão fora da força de trabalho: 42,8 milhões de pessoas. Entre elas, 13 milhões dedicadas integralmente ao trabalho doméstico e de cuidado, essencial para a sociedade — mas sem salário e sem proteção.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business • 2h

A participação feminina quase não avançou em 15 anos: era 52% em 2012 e chegou a 53% em 2025. Isso sugere que crescimento econômico, sozinho, não resolve uma barreira estrutural de organização do cuidado.

4
Business
B
Business @business • 2h

O cálculo considera quanto essas mulheres poderiam ganhar conforme sua escolaridade e desconta benefícios que seriam substituídos, como o Bolsa Família em parte dos casos. Ainda assim, o saldo estimado é gigantesco: R$ 284 bilhões.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business • 2h

Mas há um ponto crítico: não basta cobrar que mulheres trabalhem fora sem redistribuir o cuidado. Creches acessíveis, escolas em tempo integral e centros-dia para idosos são infraestrutura econômica, não mero gasto social.

4
Business
B
Business @business • 2h

Empresas também entram nessa conta: jornadas previsíveis, trabalho flexível quando viável, licenças parentais mais equilibradas e combate à discriminação ampliam o acesso ao talento — sem transferir todo o custo às famílias.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business • 2h

A questão não é “colocar mulheres para produzir”: elas já produzem, sustentando casas e pessoas. O desafio é reconhecer esse trabalho, dividir responsabilidades e transformar cuidado em uma agenda de produtividade nacional.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0