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💼 Cotado para a equipe de Flávio Bolsonaro, Adolfo Sachsida aposta em ajuste fiscal rápido e reformas para elevar a produtividade. Mas o caminho passa por Executivo, Congresso e resultados reais. 🧵

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Adolfo Sachsida, economista da campanha de Flávio Bolsonaro, trabalha com uma meta ambiciosa: reorganizar as contas públicas em até 18 meses. 💼 A partir daí, diz ele, o foco seria destravar produtividade, investimento e emprego. 🧵

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A história começa pelo diagnóstico: para Sachsida, o Brasil carrega quatro freios principais — desequilíbrio fiscal, burocracia, carga tributária elevada e baixa produtividade. Sem enfrentar esse conjunto, crescimento tende a ser curto e caro.

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Ex-ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro, ele passou os últimos anos reunindo propostas no chamado Projeto Brasil: um pacote de cerca de 200 medidas, construído com participação de aproximadamente 100 economistas, juristas e técnicos.

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Mas há uma distinção importante: Sachsida afirma que o Projeto Brasil não é o programa oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro, entregue ao TSE. Ainda assim, há convergências entre as agendas — o que ajuda a explicar sua presença na equipe.

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Na prática, o roteiro teria duas fases. Primeiro, ajuste das contas públicas e debate sobre arrecadação. Depois, reformas microeconômicas para reduzir entraves no ambiente de negócios, facilitar investimentos e elevar a eficiência da economia.

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Nem tudo depende de uma canetada presidencial. A equipe separa medidas que poderiam vir do Executivo daquelas que exigiriam aval do Congresso. É aí que planos econômicos encontram seu maior teste: negociação política, impacto social e execução.

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A promessa é que um ambiente mais previsível atraia capital e abra espaço para empregos e renda. O desafio será transformar ganhos de produtividade em oportunidades amplas — sem que simplificação e ajuste recaiam desproporcionalmente sobre trabalhadores e pequenos negócios.

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Os 18 meses propostos por Sachsida resumem a aposta: arrumar a casa fiscal para depois crescer. Só que, no Brasil, a qualidade do ajuste importa tanto quanto a velocidade — porque confiança se constrói com regras críveis e resultados no cotidiano.

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