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Governo mira vendas governo a governo para turbinar exportações de defesa — promessa de cadeia produtiva e soberania, mas há um entrave jurídico ⚖️🤝

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Brasil quer implementar o modelo G2G (governo para governo) para impulsionar vendas de produtos de defesa e fortalecer a indústria nacional 🇧🇷🤝🧵

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Era um pedido antigo das empresas do setor: no G2G o Estado negocia direto com outro Estado para comprar equipamentos sensíveis. Potências como EUA e França usam isso há décadas — e até o Gripen veio via contrato entre governos (Suécia-Brasil).

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Na história, o governo vira garantidor: negocia, supervisiona entregas e facilita transferência de tecnologia. Para a indústria brasileira, a promessa é de mais mercados, empregos qualificados e cadeias produtivas locais.

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Mas vem o conflito: existe um entrave jurídico que dificulta a adoção plena do G2G aqui. É preciso adaptar regras de compras, controles de exportação e transparência — sem abrir mão da responsabilidade sobre direitos humanos e compliance.

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A trama avança entre oportunidades e riscos: G2G pode reduzir dependência, promover soberania tecnológica e incluir pequenas empresas na cadeia. Mas exige regulação para evitar concentração de poder, monopólios e impactos socioambientais.

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Reflexão final: o G2G pode ser um motor de desenvolvimento industrial e diplomacia se houver debate público, regras claras e compromisso com direitos trabalhistas, sustentabilidade e fiscalização. O desenlace será político — e coletivo.

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