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Até 31 de agosto, empresas do agronegócio podem informar investimentos em P&D e buscar incentivos da Lei do Bem. 🌱📊

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Empresas do agronegócio têm até 31 de agosto para informar investimentos em pesquisa e inovação — e isso pode abrir caminho para redução de impostos via Lei do Bem. 🌱📊🧵

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A história começa longe da lavoura: no orçamento. Projetos de P&D, como novas tecnologias agrícolas, processos mais eficientes e soluções digitais, podem deixar de ser apenas custo e virar vantagem tributária.

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A Lei do Bem foi criada para estimular empresas a investirem em inovação no Brasil. Na prática, quem se enquadra e comprova os investimentos pode obter incentivos fiscais sobre gastos ligados à pesquisa e ao desenvolvimento.

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Para o agro, isso conversa diretamente com desafios do setor: elevar produtividade, usar insumos com mais precisão, reduzir desperdícios e desenvolver soluções que tornem a operação mais eficiente.

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Mas o benefício não é automático. O prazo exige organização: investimentos precisam ser informados corretamente, com documentação e vínculo claro com atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

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Quando o incentivo funciona, o efeito pode ir além do caixa das empresas: mais recursos para inovação podem fortalecer fornecedores, qualificar empregos e acelerar tecnologias úteis também para produtores menores.

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O relógio está correndo até 31 de agosto. No agro, inovação costuma nascer de uma aposta de longo prazo — e a Lei do Bem tenta fazer essa aposta pesar um pouco menos no bolso de quem investe.

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