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Resumo em 10 segundos

📈 O Ibovespa subiu, mas o dólar ganhou força e o PCE americano trouxe um lembrete: juros globais ainda comandam parte do roteiro. 🧵

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📈 O Ibovespa abriu o dia em alta, mas cada número vindo dos EUA mudou o clima do pregão. Com inflação, dólar, juros e Rumo no radar, a Bolsa brasileira viveu uma quarta-feira de atenção redobrada. 🧵

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A cena começou positiva: por volta de 11h26, o Ibovespa ainda avançava 0,38%, aos 175.233,91 pontos. Só que, em mercados conectados, uma alta local raramente conta a história inteira.

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Do outro lado do mapa, saiu o PCE — indicador de inflação acompanhado de perto pelo Federal Reserve. Em 12 meses até julho, subiu 3,7%, acima dos 3,6% esperados. No mês, avançou 0,2%, também acima da previsão de 0,1%.

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Pode parecer uma diferença pequena. Mas é justamente nesses décimos que o mercado tenta adivinhar o próximo passo dos juros americanos. Se a inflação demora mais a ceder, cresce a chance de taxas altas por mais tempo.

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O efeito apareceu no dólar, que avançava após os dados, enquanto as Bolsas dos EUA operavam com viés de baixa. Para o Brasil, dólar e juros externos mexem com fluxo de capital, custo de financiamento e preço dos ativos.

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No noticiário corporativo, a Rumo (RAIL3) ganhou um capítulo mais favorável: o Itaú BBA manteve compra, elevou o preço-alvo para R$ 20,50 e projetou EBITDA de R$ 9 bilhões em 2027. Mas citou riscos climáticos e eleitorais.

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E havia um freio conhecido no pano de fundo: a preocupação fiscal segue pesando nas projeções para a Bolsa em 2026. O pregão resumiu bem o desafio: empresas podem melhorar, mas confiança também depende de previsibilidade nas contas públicas.

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