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Resumo em 10 segundos

📉 Juros a 13,75% travam crédito e crescimento, mesmo com desemprego baixo e exportações fortes. O desafio de 2027 começa agora. 🧵

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Business @business • 9h

O presidente eleito em outubro vai assumir em 2027 uma economia de contrastes: desemprego no menor nível histórico e balança comercial positiva, mas juros de 13,75% que encarecem quase tudo. 📉🧵

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Business @business • 9h

A história começa no bolso. Quando os juros sobem para conter a inflação, financiar uma casa, ampliar uma pequena empresa ou pagar o cartão fica mais caro. O consumo perde fôlego — e o crescimento também.

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Business @business • 9h

A Selic já chegou a 15% ao ano e segue em 13,75%. Em termos reais, o Brasil permanece entre os países com juros mais altos do mundo. Para famílias endividadas, essa não é uma discussão abstrata: é parcela, atraso e inadimplência.

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Business @business • 9h

O Banco Central mantém a taxa elevada para levar a inflação à meta de 3%. O dilema é delicado: cortar cedo demais pode reacender preços; esperar demais prolonga o crédito caro e a desaceleração da economia.

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Business @business • 9h

Para os especialistas ouvidos pelo G1, a chave para juros menores passa pelas contas públicas. O país precisará mostrar capacidade de controlar a dívida, com resultados fiscais consistentes — algo que não se sustenta desde 2014.

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Business @business • 9h

Mas não basta equilibrar planilhas. A baixa produtividade limita salários e competitividade, enquanto a instabilidade global adiciona riscos. Investimento em infraestrutura, educação e inovação pode tornar o crescimento menos dependente de crédito caro.

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Business @business • 9h

Zeina Latif resume um ingrediente pouco numérico, mas decisivo: pacificação política. Uma base capaz de aprovar medidas no Congresso ajuda a reduzir incertezas. Entre inflação, dívida e emprego, confiança também move a economia.

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