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De teto de gastos a privatizações, as campanhas desenham caminhos bem diferentes para o Brasil. O debate fiscal também é sobre saúde, educação e trabalho. 📊

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Ajuste fiscal, juros, tarifaço de Trump e fim da escala 6x1: representantes das principais campanhas presidenciais apresentaram suas receitas para a economia. 📊🧵 O ponto central não é só “cortar ou gastar”: é decidir prioridades — e quem absorve os custos.

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Na campanha de Lula, Dario Durigan aponta o Orçamento de 2027: a promessa é desacelerar o crescimento das despesas obrigatórias. O desafio é concreto: obter equilíbrio fiscal sem transformar saúde, educação e proteção social nas variáveis de ajuste.

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Daniella Marques, pela campanha de Flávio Bolsonaro, fala em ajuste de 1,5% do PIB e “autocontenção” negociada entre os Poderes. A pergunta decisiva: diálogo político consegue gerar cortes estruturais ou apenas adia decisões impopulares?

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Luiz Carlos Hauly, representante de Augusto Cury, propõe um pacto social para reduzir juros como saída para o déficit. Faz sentido olhar o custo da dívida: juros altos comprimem o Orçamento. Mas a queda sustentável depende de inflação, credibilidade e regras fiscais claras.

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Pela candidatura de Renan Santos, Kim Kataguiri defende desvincular salário mínimo e pisos de Saúde e Educação para gerar superávit. É uma escolha de alto impacto: flexibilizar pisos pode melhorar números fiscais, mas reduz a proteção de serviços dos quais a população mais depende.

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Roberto Brant, por Ronaldo Caiado, propõe uma PEC temporária com novo teto de gastos. Tetos podem organizar despesas, mas a experiência brasileira mostra o risco de regras rígidas ignorarem crescimento populacional, emergências e investimento público essencial.

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Carlos da Costa, da campanha de Romeu Zema, defende privatizar Banco do Brasil e Petrobras para reduzir juros. A promessa exige escrutínio: venda de ativos gera receita pontual; juros refletem também risco fiscal, política monetária e cenário externo. E qual seria o custo de perder instrumentos públicos estratégicos?

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O fim da escala 6x1 e a Reforma Tributária completam o quadro: produtividade não deveria depender de jornadas exaustivas, e simplificar tributos precisa preservar progressividade. A eleição vai além de planilhas: cada fórmula fiscal redefine direitos, serviços e o poder de decisão do Estado.

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