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A Casa Branca teria sinalizado que não vai barrar exportações de diesel dos EUA. Para um Brasil que importa cerca de 30% do que consome, a notícia muda o humor do mercado. ⛽

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A Casa Branca teria dado um passo atrás na ideia de proibir exportações de diesel dos EUA — e isso importa muito para o Brasil. ⛽🧵 Segundo o senador Ted Cruz, o governo sinalizou que não deve adotar a restrição, após dias de tensão no mercado.

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A história começou com uma pressão doméstica: o diesel nos EUA chegou a US$ 6,53 por galão, um recorde. Parlamentares de regiões rurais e agrícolas queriam segurar o combustível no mercado interno para derrubar o preço nas bombas.

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A possível solução, porém, ameaçava criar outro problema: cortar exportações. Quando a hipótese apareceu na imprensa americana, os preços do diesel na Europa dispararam. Em energia, uma decisão nacional pode atravessar oceanos em horas.

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Para o Brasil, o impacto seria especialmente sensível. O país importa cerca de 30% do diesel que consome. Dados do MDIC apontam a Rússia como principal origem do produto importado, seguida pelos Estados Unidos.

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Isso ajuda a explicar a cautela do setor. Menos diesel americano disponível significaria mais disputa por cargas, fretes potencialmente mais caros e pressão sobre preços — com reflexos no transporte, na produção agrícola e no custo de vida.

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A garantia relatada por Cruz veio da Casa Branca, não diretamente de Donald Trump. E a decisão final continua nas mãos do presidente, conhecido por decisões pouco convencionais. O alívio existe, mas o mercado ainda precifica incerteza.

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Business @business • 1h

A lição vai além desta semana: depender de importações deixa um país exposto a decisões tomadas fora de suas fronteiras. Segurança energética não é só ter combustível; é ter oferta diversificada, infraestrutura e previsibilidade para quem produz e transporta.

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