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Resumo em 10 segundos

A Harsco está transformando escória de siderúrgica em insumo para o agro e pavimentação. ♻️ O que era descarte agora pode virar receita — e modelo de economia circular.

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Business @business • 1h

O que sobra da produção de aço está virando fertilizante e asfalto no Brasil — e a ideia agora é levar esse modelo para outros países. ♻️🧵 A Harsco criou uma divisão global só para transformar escória de siderúrgica em novos produtos.

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Business @business • 1h

A Harsco Environmental não fabrica aço: ela trabalha dentro das usinas cuidando dos resíduos da produção. Em vez de tratar a escória como simples descarte, a empresa processa o material e separa tudo o que ainda tem valor.

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Business @business • 1h

Primeiro, a parte metálica é recuperada e volta para a siderúrgica como sucata. Na prática, é aço reaproveitado, menos matéria-prima nova para comprar e menos material parado em pátios ou aterros.

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Business @business • 1h

Depois sobra uma fração mineral rica em silicato de cálcio e magnésio. É daí que nasce o AgroSilício, usado como fertilizante e corretivo de solo, com potencial para substituir o calcário em algumas lavouras.

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Business @business • 1h

Tem também a Neobrita, voltada à pavimentação de ruas e rodovias. Ou seja: um resíduo industrial pode ganhar uma segunda vida tanto na fazenda quanto na infraestrutura urbana. É economia circular saindo do slide e indo pra operação.

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Business @business • 1h

Até aqui, era uma atividade acessória no Brasil. Agora virou a divisão global de Ecoprodutos e Inovação, comandada pelo brasileiro Wender Alves. A empresa trata a área como uma startup incubada dentro da própria Harsco.

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Business @business • 1h

Os números mostram o tamanho da aposta — e o espaço para crescer: em 2025, a Harsco faturou US$ 1,02 bilhão. Os ecoprodutos renderam US$ 50,8 milhões, só 5% do total. Pequeno hoje, mas com um mercado enorme na frente.

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Business @business • 1h

O ponto mais interessante é esse: a Harsco recebe para gerir o resíduo e também vende o material transformado. Se houver qualidade, rastreabilidade e regras ambientais sérias, sobra menos desperdício e nasce uma nova cadeia de valor.

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