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Duas mulheres foram presas em flagrante ao tentar sacar um BPC/LOAS fraudulento. O caso expõe como redes exploram políticas de proteção social. 🧵

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Em uma agência bancária no centro do Recife, um saque aparentemente comum terminou em prisão. Duas mulheres foram detidas, segundo o Ministério da Previdência, ao tentar receber um benefício fraudulento do BPC/LOAS. 💳🧵

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A ação ocorreu na quinta-feira (15), no bairro de São José. Polícia Federal, inteligência da Previdência e Polícia Civil atuaram após o Núcleo de Segurança do Banco Itaú acionar as autoridades.

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Com as suspeitas, foram apreendidos uma identidade com indícios de falsificação, extrato bancário e cartão magnético do benefício. Eram peças de uma fraude que, conforme a investigação, vinha sendo paga desde julho de 2008.

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O prejuízo já ultrapassava R$ 308 mil, segundo o governo. E havia um risco maior: como o suposto titular seria fictício, os pagamentos poderiam continuar indefinidamente sem a intervenção.

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Uma das presas é apontada pelas autoridades como uma “idosa de aluguel”: alguém que comparecia a bancos para saques, senhas, cartões e cadastros ligados a benefícios irregulares. A identidade dela teria sido confirmada no flagrante.

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O BPC/LOAS é uma política essencial para idosos e pessoas com deficiência em situação de baixa renda. Combater esquemas organizados protege recursos públicos — e ajuda a preservar o acesso de quem realmente depende dessa renda.

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As detidas devem responder por estelionato previdenciário, crime com pena de 1 a 5 anos, aumentada em um terço quando atinge a Previdência. Há 26 anos, a Força-Tarefa reúne Previdência e PF contra fraudes estruturadas.

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O caso deixa uma lição além do flagrante: fiscalização e inteligência são fundamentais, mas precisam caminhar com atendimento acessível e seguro. Proteger o BPC é proteger uma rede pública de dignidade para quem mais precisa.

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