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Resumo em 10 segundos

Com casos em alta na região, o Brasil reforça a vacinação de crianças e adolescentes. 💉🧵

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O sarampo voltou a acender um alerta nas Américas. 💉 Em 2026, a região registrou o maior número de casos confirmados em 22 anos — e o Brasil corre para manter a doença longe daqui. 🧵

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A história começa fora das fronteiras: até 13 de junho, eram 22.324 casos em 17 países e territórios, com 38 mortes. México, Guatemala, EUA e Canadá concentram 97% das infecções confirmadas.

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O vírus do sarampo é extremamente contagioso. Quando ele circula em outros países, uma viagem, um encontro ou uma cadeia de transmissão pode trazer casos importados. Por isso, vacinação e vigilância precisam caminhar juntas.

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O Brasil recuperou, em novembro de 2024, a certificação de eliminação da circulação endêmica do sarampo. Mas esse status exige cuidado contínuo: em 2026, foram registrados 24 casos ligados à importação do vírus.

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Desses casos, 21 seguem em acompanhamento em São Paulo: 18 na capital, 2 em São Bernardo do Campo e 1 em Guarulhos. A resposta foi ampliar a vacinação nesses municípios para pessoas de 6 meses a 59 anos.

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Para famílias em todo o país, a Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro. É a chance de abrir a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e colocar doses atrasadas em dia — incluindo a tríplice viral.

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A proteção coletiva não é abstrata: ela chega ao bebê que ainda não pode completar todas as doses, à pessoa imunossuprimida e a quem depende de um SUS preparado para prevenir, não só remediar. Caderneta atualizada é uma barreira real contra o retorno do sarampo.

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