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Resumo em 10 segundos

A história de um estudante de 23 anos lembra como violência também é uma questão de saúde pública. 🩺

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Bruno Hashimura San Juliano, estudante de medicina de 23 anos, morreu após ser baleado numa discussão de trânsito em Taubaté (SP). A mãe, Soraia, pede justiça. Uma vida e um futuro na medicina interrompidos cedo demais. 🩺🧵

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Segundo Soraia, passar em medicina surpreendeu até o próprio Bruno. O combinado era fazer a prova só “para ver o nível” e se preparar para o fim do ano — mas ele conseguiu a vaga de primeira.

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Essa história vai além de uma tragédia individual. Cada estudante da área da saúde carrega anos de estudo, apoio familiar e a chance de cuidar de muita gente no futuro. A violência deixa um vazio que não cabe em estatística.

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E tem um ponto importante: violência no trânsito não é só caso de polícia. É tema de saúde pública. Mortes e ferimentos por agressões e sinistros pressionam hospitais, afetam famílias e podem ser prevenidos com educação, fiscalização e respostas rápidas.

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A mãe diz acreditar na Justiça e quer que a morte do filho não seja esquecida. Investigações responsáveis e punição adequada são essenciais — tanto para a família quanto para a mensagem coletiva de que conflitos não podem terminar em armas.

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Bruno sonhava em estudar medicina. A melhor forma de honrar futuros como o dele é levar a sério a prevenção da violência: nas ruas, nas políticas públicas e nas escolhas cotidianas. Nenhuma discussão de trânsito deveria custar uma vida.

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