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Resumo em 10 segundos

🇺🇸 Antes da cúpula do G20, pesquisa revela quem os americanos veem com calor — e quem fica no gelo. O que esses números dizem sobre a ordem global? 🧵

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🇺🇸 Como os americanos enxergam os países do G20 antes da cúpula de dezembro? A resposta expõe uma hierarquia de simpatias — e de interesses. Austrália, Canadá, Japão e Itália lideram; Rússia fica isolada no fim. 🧵

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A pesquisa do Pew Research Center ouviu 5.193 adultos nos EUA e usou uma escala de 0 a 100: 0 é o sentimento mais frio possível; 100, o mais caloroso. Mas uma pergunta incômoda: afeto entre países é sobre povos, governos ou alianças estratégicas?

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Austrália, Canadá, Japão e Itália receberam médias entre 60 e 70. Reino Unido, França, Alemanha, México, Coreia do Sul e Brasil também ficaram no campo positivo. A proximidade cultural pesa mais que comércio, segurança e influência diplomática?

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O Brasil aparece bem avaliado, ao lado de parceiros tradicionais dos EUA. Isso abre espaço para cooperação em clima, desenvolvimento e combate à desigualdade — ou o país continuará tratado como coadjuvante nas decisões que afetam o Sul Global?

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Índia, África do Sul, Indonésia, Argentina e Turquia ficaram entre 45 e 48, com muitos entrevistados neutros. Neutralidade é desconhecimento, cautela ou dificuldade de enxergar potências emergentes fora dos velhos centros de poder?

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China marcou 37; Arábia Saudita, 36; Rússia, apenas 27 — a pior nota entre os 18 países avaliados. Rejeitar ações de governos é legítimo. Mas até que ponto rivalidades geopolíticas simplificam sociedades inteiras a uma imagem negativa?

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Um “termômetro” mede percepções, não fatos absolutos. Ainda assim, ele ajuda a explicar o ambiente em que líderes negociam comércio, guerras, energia e clima. Se a confiança pública está fragmentada, como construir acordos globais que não sirvam só aos mais poderosos?

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