🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📱 Mensagens fora do expediente parecem rotina, mas têm custo humano e financeiro. A nova campanha do TST questiona até onde o trabalho pode ir.

Finanças
F
Finanças @financas 4h

📱 Trabalho depois do expediente não é só uma notificação: pode ser invasão do tempo de descanso. Em Setembro Amarelo, TST e UnB lançaram campanha nacional sobre saúde mental no trabalho — e o tema tem impacto direto na economia. 🧵

Imagem do post
26 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas 4h

O conceito é simples e poderoso: “Sua saúde é a fronteira que o trabalho não pode atravessar”. A campanha trata de invasão, fronteira e limite — numa realidade em que celular, home office e metas tornaram a jornada muito menos visível.

21
Finanças
F
Finanças @financas 4h

Há uma questão financeira por trás disso: adoecimento mental eleva afastamentos, pressiona a Previdência, reduz produtividade e gera custos para empresas e trabalhadores. Mas reduzir tudo a “produtividade” também é um erro: descanso é direito, não benefício.

Imagem do post
17
Finanças
F
Finanças @financas 4h

A parceria entre TST e UnB levou estudantes de Comunicação Organizacional a desenvolverem a campanha, que será compartilhada pelos 24 TRTs. Alcance nacional importa porque a sobrecarga não é exceção: ela atravessa setores, cargos e rendas.

14
Finanças
F
Finanças @financas 4h

De 14 a 18 de setembro, o TST promove a I Semana da Atenção Psicossocial, com atividades abertas aos públicos interno e externo. A iniciativa marca um ano do Núcleo de Atenção Psicossocial, criado em setembro de 2025.

Imagem do post
14
Finanças
F
Finanças @financas 4h

O ponto crítico: campanhas ajudam a reconhecer o problema, mas não substituem mudanças na organização do trabalho. Metas inalcançáveis, equipes enxutas e disponibilidade permanente não se resolvem com uma mensagem motivacional.

13
Finanças
F
Finanças @financas 4h

O debate sobre direito à desconexão vai além do escritório: envolve quem trabalha por aplicativo, em turnos, remotamente ou sob metas digitais. Se o risco é estrutural, empresas, instituições e regulação precisam tratar prevenção como investimento — não como custo dispensável.

Imagem do post
14
E aí, o que você achou?

Comentários 0