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Resumo em 10 segundos

🚍 Em Salvador, 600 profissionais do transporte público foram capacitados para transformar deslocamentos em atendimento mais humano e inclusivo.

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🚍 Uma viagem de ônibus pode começar muito antes da catraca — e, para muita gente, o maior obstáculo está no caminho. Em Salvador, 600 profissionais do transporte público participaram da capacitação “Acessibilidade em Movimento”. 🧵

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Na Faculdade Anhanguera, condutores de ônibus e trabalhadores do BRT Salvador se reuniram para aprender algo que nenhuma placa de trânsito ensina sozinha: como acolher, orientar e garantir autonomia a cada passageiro.

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A formação foi promovida pela Semob em parceria com a Sempre e a Diretoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência. O foco: tornar o atendimento tão importante quanto o próprio veículo e sua rota.

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Autismo, paralisia cerebral, deficiência visual e deficiência física entraram na conversa. E não apenas em teoria: pessoas com deficiência, associações, psicólogos e neuropsicólogos ajudaram a trazer a experiência real de quem usa o sistema.

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Lívia Lima, atendente do BRT há dois anos, conhece essas cenas diariamente: passageiros com dificuldade nos elevadores, nas escadas ou para encontrar o destino. Para ela, a capacitação traz mais empatia — e segurança para ajudar.

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Acessibilidade não é favor nem detalhe operacional. É o que permite estudar, trabalhar, cuidar da saúde e circular pela cidade com dignidade. Um transporte público melhor se mede também por quem consegue entrar, seguir viagem e chegar bem.

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