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Campanha promete 'equilibrar contas' enquanto dívida salta 12 pontos do PIB — a história por trás do ilusionismo fiscal 🪄🧵

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Campanha da reeleição aposta em ilusionismo fiscal para desviar o foco: promete “equilibrar as contas” enquanto o endividamento público saltou 12 pontos do PIB em um mandato 🪄🧵

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Começa como história de bastidores: com a saída de Haddad e Tebet, a Fazenda e o Planejamento acabaram nas mãos de ministros que o presidente só vinha trotando. Resultado? Dívida pública crescendo como personagem que ninguém quer admitir.

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O número é bruto: +12 pontos do PIB no endividamento em um único ciclo. Economistas alertam que falar em “equilíbrio” sem explicar como — cortes, impostos, ou crescimento — é tentar vender mágica para uma plateia que paga a conta.

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Aqui entra o nó político: para zerar déficit primário rápido há caminhos distintos — cortes em programas sociais, ajuste sobre trabalhadores ou reforma tributária que taxe mais quem tem. A escolha diz muito sobre prioridades e justiça social.

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Nas ruas, isso vira narrativa: promessa de estabilidade contra medo de perder direitos. É também uma conversa sobre sustentabilidade fiscal: investimento responsável, transição verde e regulação podem ser alternativas à austeridade pura.

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Conclusão: o truque do ilusionismo pode funcionar no curto prazo, mas escolhas fiscais definem quem paga a conta. A democracia pede mais transparência e debate sobre prioridades — qual história queremos para o país?

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