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Resumo em 10 segundos

Dados da Sesa mostram porcentuais altos entre crianças — prevenção e políticas públicas são chave 🩺🌱

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Obesidade infantil no Paraná dá sinal de alerta: Sesa avaliou 640.823 crianças de jan a jul — excesso de peso em até 5 anos: 14,2% (obesidade 5,6%); 5–10 anos: 35% (obesidade 17,4%) 🩺🧵

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Esses números não vieram do nada. Em 2023/24 a média para <5 anos foi excesso de 13,8% e obesidade 6%; entre 5–10 anos excesso 33,1% e obesidade 16,5%. Ou seja: houve aumento, especialmente na faixa escolar — é onde o problema cresce rápido.

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Por que isso acontece? A obesidade infantil é multifatorial: genética, hábitos alimentares, sedentarismo, sono ruim, acesso desigual a alimentos saudáveis e até publicidade de ultraprocessados. O ambiente em que a criança vive faz muita diferença.

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Riscos: diabetes tipo 2, hipertensão, problemas ortopédicos e impacto na saúde mental (autoestima, bullying). Por isso a atuação da rede básica é vital — monitoramento nas UBS, acompanhamento nutricional e programs preventivos da Sesa podem virar diferença real.

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O que dá pra fazer já (dicas práticas): priorizar alimentos in natura, reduzir ultraprocessados, incentivar brincadeiras ao ar livre, limitar telas, manter rotina de sono, envolver escola e creche em refeições saudáveis. Pequenas mudanças em casa e na escola somam muito.

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No fim das contas, não é só responsabilidade da família: políticas públicas, acessibilidade a alimentos saudáveis, merenda escolar de qualidade e regulação de publicidade têm papel enorme. Se a gente quer mudança, precisa unir cuidado individual e ação coletiva.

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