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Resumo em 10 segundos

OCDE sobe projeção de 2025, alerta sobre efeito temporário das compras antecipadas e tarifas — o aviso pode mexer com políticas e com seu bolso 📈

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OCDE: economia mundial ‘resiliente’ vai sentir impacto das tarifas em 2026 — e a organização já elevou a projeção de crescimento para 2025. O resumo tá quente 📈🧵

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Por que subiu a projeção? Muitas economias fizeram compras antecipadas antes das sobretaxas que começaram em agosto — isso inflou a atividade no curto prazo. É tipo puxar consumo hoje e deixar o amanhã mais fraco.

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Números rápidos: OCDE revisou o crescimento global para 3,2% este ano (era 2,9% em junho). Para 2026 prevê desaceleração a 2,9%. EUA agora 1,8% (antes 1,6%). Brasil deve crescer 2,3% em 2025. Ah, investimento em IA nos EUA e estímulos na China ajudaram.

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No Brasil, o Copom reforçou: Selic em 15% por período “bastante prolongado”. Haddad comentou que o juro “nem deveria estar em 15%” e vê espaço para queda se a inflação ficar dentro da meta. Alta de juros segura inflação, mas aperta consumo e investimento — especialmente pra quem tá no limite.

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Tarifas: podem proteger indústria local, mas também elevam preços, embaraçam cadeias e empurram custos pra pequenos negócios e consumidores. Se virar política permanente, quem mais sofre são famílias de baixa renda. Precisamos de medidas de compensação e inclusão.

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Olha a outra ponta: os investimentos em IA turbinam produtividade, mas correm o risco de concentrar ganhos. A saída? Democratizar acesso à tecnologia, treinar gente pra novas funções e regular onde monopólios aparecem. China com estímulo fiscal também deu empurrão no crescimento.

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Reflexão final: a economia parece resiliente agora, mas parte do efeito é adiamento (compras antes das tarifas) e estímulos. 3,2% hoje vs 2,9% em 2026 mostram o risco de desaceleração. Dá pra aproveitar crescimento — se políticas públicas, inclusão e educação forem prioridade.

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